Os Pés do Cordeiro
Os Pés do Cordeiro
Preço normal
€20,00 EUR
Preço normal
Preço de saldo
€20,00 EUR
Preço unitário
por
Imposto incluído.
Envio calculado na finalização da compra.
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
Titulo: Os Pés do Cordeiro
Autor: Leonel Brim
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789725304525
Editor: Bizâncio
Ano: 2010
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 528
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 72D
Descrição: Se, em Magistério e Desgosto, Leonel Brim nos deu uma obra recheada de perversas ironias, neste Os Pés do Cordeiro, o autor dá-nos uma gargalhada gritada, ou um grito gargalhado, que fica a ecoar muito para além do momento da leitura. Ri melhor aquele que ri de si próprio. Portugal. Um novo regime político debate-se com uma velha nação. Uma nação cheia de vícios de funcionamento. Os cidadãos desta Pátria ressentida digladiam-se com frases feitas (anexins-ladros) vendidas a bom preço. Os ideais parecem ter-se esboroado com a passagem dos anos de juventude. Instalados na vida, os que antes falavam de mudança adaptaram-se à existência do disfarce: novas palavras para velhos negócios, velhos pensamentos e velhas cobardias. Aspirados pelo seu umbigo, a fatalidade do quotidiano fossiliza-os numa estufa onde só as obsessões pessoais são oxigénio essencial — comida e sexo, sexo e comida. E muita raiva pelo passado que não se torna a repetir, e pelo futuro que lhes parece cada vez mais finito.
Ver detalhes completos
Autor: Leonel Brim
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789725304525
Editor: Bizâncio
Ano: 2010
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 528
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 72D
Descrição: Se, em Magistério e Desgosto, Leonel Brim nos deu uma obra recheada de perversas ironias, neste Os Pés do Cordeiro, o autor dá-nos uma gargalhada gritada, ou um grito gargalhado, que fica a ecoar muito para além do momento da leitura. Ri melhor aquele que ri de si próprio. Portugal. Um novo regime político debate-se com uma velha nação. Uma nação cheia de vícios de funcionamento. Os cidadãos desta Pátria ressentida digladiam-se com frases feitas (anexins-ladros) vendidas a bom preço. Os ideais parecem ter-se esboroado com a passagem dos anos de juventude. Instalados na vida, os que antes falavam de mudança adaptaram-se à existência do disfarce: novas palavras para velhos negócios, velhos pensamentos e velhas cobardias. Aspirados pelo seu umbigo, a fatalidade do quotidiano fossiliza-os numa estufa onde só as obsessões pessoais são oxigénio essencial — comida e sexo, sexo e comida. E muita raiva pelo passado que não se torna a repetir, e pelo futuro que lhes parece cada vez mais finito.
