Correspondência de um Diplomata no III Reich (Como Novo)
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Titulo: Correspondência de um Diplomata no III Reich (Como Novo)
Autor: Lina Alves Madeira
ESTADO: COMO NOVO
ISBN/EAN: 9789728910129
Editor: Mar da Palavra
Ano: 2006
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 260
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 48D
Descrição: A colecção de documentos que agora apresentamos, da responsabilidade de Lina Madeira, que muito bem conhece o Arquivo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, é fundamental para captar a representação do que se passou na Alemanha nazi segundo o ponto de vista de um diplomata português, Alberto da Veiga Simões (...). Trata-se de um político da Primeira República, que assumiu, enquanto jovem, uma posição cultural equívoca de "nova geração" e que, integrando-se na vida política activa, se foi desiludindo - e por certo foi desiludindo outros políticos, como o líder do Partido Evolucionista António José de Almeida - com a experiência republicana, mudando assim a tendência, como foi comum na época, menos, com certeza, por falta de coerência do que pela procura da "raíz" do pensamento e da prática do republicanismo
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Autor: Lina Alves Madeira
ESTADO: COMO NOVO
ISBN/EAN: 9789728910129
Editor: Mar da Palavra
Ano: 2006
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 260
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 48D
Descrição: A colecção de documentos que agora apresentamos, da responsabilidade de Lina Madeira, que muito bem conhece o Arquivo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, é fundamental para captar a representação do que se passou na Alemanha nazi segundo o ponto de vista de um diplomata português, Alberto da Veiga Simões (...). Trata-se de um político da Primeira República, que assumiu, enquanto jovem, uma posição cultural equívoca de "nova geração" e que, integrando-se na vida política activa, se foi desiludindo - e por certo foi desiludindo outros políticos, como o líder do Partido Evolucionista António José de Almeida - com a experiência republicana, mudando assim a tendência, como foi comum na época, menos, com certeza, por falta de coerência do que pela procura da "raíz" do pensamento e da prática do republicanismo
