Missivas da Noosfera
Missivas da Noosfera
Preço normal
€15,00 EUR
Preço normal
Preço de saldo
€15,00 EUR
Preço unitário
por
Imposto incluído.
Envio calculado na finalização da compra.
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
Titulo: Missivas da Noosfera
Autor: Christopher Damien Auretta
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789896898502
Editor: Colibri
Ano: 2019
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 204
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 77D
Descrição: Em suma, o nó de matéria que somos talvez não seja mais do que isso mesmo. Porventura, nem sequer constitui um nó mas, antes, uma vibração vestida de carne e osso. Talvez a mente encarnada nunca supere o estádio de aprendiz do seu mundo de natureza tão-só contingente. Talvez esgotemos o nosso tempo de vida a relacionar um suposto dentro com um suposto fora. Talvez essa dupla do fora e do dentro não seja mais, afinal de contas, do que um quebra-cabeças para criaturas habitantes da famosa caverna de Platão. que seja. Ou que não seja. Pouco importa. Enchemos os pulmões de ar aproximadamente 22.000 vezes por dia. Respiramos - esquecidamente - na inconsciência das nossas fainas. Memorizamos e logo cumprimos o guião coercivo do nosso quotidiano. Entretanto, o real é excessivamente real. o real é excessivamente irreal. que seja. Ou que não seja. Pouco importa. o real é real porque é palpável. É real porque o sentimos. É real porque passamos a vida a pretender transformá-lo. É real porque alimenta todas as nossas ilusões. É real porque, afinal, a ilusão é, desde sempre, a nossa única casa real neste mundo.
Ver detalhes completos
Autor: Christopher Damien Auretta
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789896898502
Editor: Colibri
Ano: 2019
Idioma: Português
Encadernação: Capa Mole
Páginas: 204
Coleção: N.A.
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 77D
Descrição: Em suma, o nó de matéria que somos talvez não seja mais do que isso mesmo. Porventura, nem sequer constitui um nó mas, antes, uma vibração vestida de carne e osso. Talvez a mente encarnada nunca supere o estádio de aprendiz do seu mundo de natureza tão-só contingente. Talvez esgotemos o nosso tempo de vida a relacionar um suposto dentro com um suposto fora. Talvez essa dupla do fora e do dentro não seja mais, afinal de contas, do que um quebra-cabeças para criaturas habitantes da famosa caverna de Platão. que seja. Ou que não seja. Pouco importa. Enchemos os pulmões de ar aproximadamente 22.000 vezes por dia. Respiramos - esquecidamente - na inconsciência das nossas fainas. Memorizamos e logo cumprimos o guião coercivo do nosso quotidiano. Entretanto, o real é excessivamente real. o real é excessivamente irreal. que seja. Ou que não seja. Pouco importa. o real é real porque é palpável. É real porque o sentimos. É real porque passamos a vida a pretender transformá-lo. É real porque alimenta todas as nossas ilusões. É real porque, afinal, a ilusão é, desde sempre, a nossa única casa real neste mundo.
