O Dirigente Máximo
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Titulo: O Dirigente Máximo
Autor: R. De Sousa
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789898168023
Editor: Ficções Média
Ano: N.A.
Idioma: Português
Encadernação: Capa mole
Páginas: 166
Coleção: Nova Reunião: 23 Livros De Poesia
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 75A
Descrição: Num Portugal pós 25 de Abril, em que o conteúdo ideológico dos partidos políticos parece-se ter esvaziado e desenraizado em prol de um pragmatismo implementado pelo poder económico, as dúvidas surgem. Assiste-se assim, por vezes, a uma incompatibilidade entre o objecto ideológico de uma política e a sua prática.|O Dirigente Máximo aborda da melhor forma esta temática. Um dirigente de uma autarquia de coligação de esquerda, que utilizava o seu estatuto e poder de forma abusiva e extremamente intrusiva. Conseguindo a reeleição através da manipulação da comunicação social de expressão nacional, e dispondo a seu favor de grandes contactos com forças políticas, o Dirigente Máximo revela uma personalidade dupla. Como um Dr. Jeckyl e Mr. Hyde, o dirigente conquista com o seu lado humilde, trabalhador e preocupado que esconde com a sua verdadeira faceta de homem egocêntrico, fascista e corrupto. Ao desfolharmos o livro, deparamo-nos cada vez mais com este lado negro do dirigente, com toda a sua necessidade de poder e liderança, dirigir com coerção e obediência, revelando uma fome de protagonismo cego que se enquadraria perfeitamente na patologia. De forma a explorar noutra perspectiva os comportamentos desse Dirigente Máximo, surgem excertos do diário de Amândio de Sousa. Um jovem astuto e perspicaz e politicamente activo. Desde cedo que participava em manifestações estudantis, sempre bastante convicto dos seus ideais. Porém, ao longo do seu percurso, novos pontos de vista foram surgindo, outras posições postas em causa. Nenhum homem é uma ilha. E para fundamentar as suas crenças ou teorias seria também necessário escutar os outros, observar os outros. E , assim, o homem torna-se um continente. Um continente de ideias, de teorias, de fundamentos. E assim fez Amândio.|O Dirigente Máximo baseia-se em relatos de manipulações, abusos infligidos por um dirigente, despertando a revolta e a indignação ao leitor numa narrativa extremamente envolvente.
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Autor: R. De Sousa
ESTADO: NOVO
ISBN/EAN: 9789898168023
Editor: Ficções Média
Ano: N.A.
Idioma: Português
Encadernação: Capa mole
Páginas: 166
Coleção: Nova Reunião: 23 Livros De Poesia
Nº. da Coleção: N.A.
Código de Controlo: 75A
Descrição: Num Portugal pós 25 de Abril, em que o conteúdo ideológico dos partidos políticos parece-se ter esvaziado e desenraizado em prol de um pragmatismo implementado pelo poder económico, as dúvidas surgem. Assiste-se assim, por vezes, a uma incompatibilidade entre o objecto ideológico de uma política e a sua prática.|O Dirigente Máximo aborda da melhor forma esta temática. Um dirigente de uma autarquia de coligação de esquerda, que utilizava o seu estatuto e poder de forma abusiva e extremamente intrusiva. Conseguindo a reeleição através da manipulação da comunicação social de expressão nacional, e dispondo a seu favor de grandes contactos com forças políticas, o Dirigente Máximo revela uma personalidade dupla. Como um Dr. Jeckyl e Mr. Hyde, o dirigente conquista com o seu lado humilde, trabalhador e preocupado que esconde com a sua verdadeira faceta de homem egocêntrico, fascista e corrupto. Ao desfolharmos o livro, deparamo-nos cada vez mais com este lado negro do dirigente, com toda a sua necessidade de poder e liderança, dirigir com coerção e obediência, revelando uma fome de protagonismo cego que se enquadraria perfeitamente na patologia. De forma a explorar noutra perspectiva os comportamentos desse Dirigente Máximo, surgem excertos do diário de Amândio de Sousa. Um jovem astuto e perspicaz e politicamente activo. Desde cedo que participava em manifestações estudantis, sempre bastante convicto dos seus ideais. Porém, ao longo do seu percurso, novos pontos de vista foram surgindo, outras posições postas em causa. Nenhum homem é uma ilha. E para fundamentar as suas crenças ou teorias seria também necessário escutar os outros, observar os outros. E , assim, o homem torna-se um continente. Um continente de ideias, de teorias, de fundamentos. E assim fez Amândio.|O Dirigente Máximo baseia-se em relatos de manipulações, abusos infligidos por um dirigente, despertando a revolta e a indignação ao leitor numa narrativa extremamente envolvente.
